Data reforça luta contra a homofobia

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quarta-feira, 16 de maio de 2018

Em 17 de maio de 1990, a Organização Mundial da Saúde excluiu a questão da opção sexual, adotada como um caso de saúde pública e investigada inúmeras vezes por cientistas como distúrbio mental, da Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados com a Saúde por distinguir que a homossexualidade é uma orientação tão sadia quanto a heterossexualidade. 

A data passou a ser comemorada como o Dia Internacional contra a Homofobia, instituída no Brasil como Dia Nacional de Combate à Homofobia em 7 de junho de 2010 por decreto assinado pelo então presidente Lula às vésperas da XIV Parada do Orgulho LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros).

A Editora Unesp selecionou, entre os títulos de seu catálogo, livros que permeiam essa questão ainda tão debatida por diversos âmbitos da sociedade. Os livros estão com 20% de desconto até 22 de maio:

História dos homens no Brasil
Organizadoras: Mary Del Priore e Marcia Amantino | 416 páginas | De R$ 82 por R$ 65,60

Neste volume, 13 autores apresentam e avaliam as inúmeras facetas que estiveram e estão por trás do conceito de homem no Brasil desde o período colonial. Os artigos demonstram que a masculinidade do brasileiro não resulta de características 'naturais', mas foi edificada e adquiriu perfis variados, conforme as diferentes épocas, áreas geográficas e classes sociais, além de religião e orientação sexual de cada um. 

A transformação da intimidade
Autor: Anthony Giddens | 228 páginas | De R$ 56 por R$ 44,80

A revolução sexual do nosso tempo é aqui estudada pelo autor, que questiona muitas das interpretações correntes sobre o papel da sexualidade na cultura moderna. Em última instância, é a transformação da intimidade na qual as mulheres exercem o papel mais importante que, para o autor, assegura a possibilidade de uma democratização radical da esfera pessoal. Giddens, sociólogo inglês reconhecido por seus trabalhos em Ciências Políticas, volta-se aqui às questões provocadas pela revolução sexual. O objetivo é definir os contornos da nova configuração da subjetividade que acompanha essa mudança radical na esfera da sexualidade, uma subjetividade pós-edípica e pós-patriarcal cuja plasticidade é fundamental para a construção de uma noção ampliada de democracia.   

O masculino e o feminino no epigrama grego
Autor: Luiz Carlos Mangia Silva | 272 páginas | De  R$ 52 por R$ 41,60

Enquanto, em nossos dias, a discussão sobre gênero esquenta e se amplia, na antiga Grécia tal debate não faria sentido. Nesta obra, Luiz Carlos Mangia Silva oferece uma contribuição importante para uma reflexão sobre o tema e para uma compreensão mais apurada acerca da cultura e do erotismo dos antigos gregos.Ele analisa mais de 60 epigramas eróticos gregos da Antologia Palatina, parte vertida pela primeira vez para a língua portuguesa, e percebe que, embora pertençam à mesma categoria (eróticos) e tenham características muito semelhantes do ponto de vista da composição, os poemas foram separados no livro 5 e 12 da coleção. 

A saúde do homem em foco
Autor: Romeu Gomes | 96 páginas | De R$ 18 por R$ 14,40

Manter-se informado é um dos primeiros passos para ser saudável. Em uma conversa de homens, também aberta às mulheres, este livro articula ideias sobre cuidados com a saúde, enfatizando os hábitos a serem cultivados e destacando os que devem ser abandonados. Também discute formas de se prevenir violência entre homens e mulheres e questões de sexualidade, como disfunção erétil, ejaculação precoce, prevenção das doenças sexualmente transmissíveis, homossexualidade e infertilidade.   

Elegia erótica romana
Autor: Paul Veyne | 344 páginas | De R$ 72 por R$ 57,60

Catulo, Propércio, Tibulo, Ovídio, goliardos da Antiguidade clássica, são recriados nestas páginas através da extraordinária visão de Paul Veyne, que estabelece o vínculo crítico em que o amor e a poesia produzem uma estilização da vida cotidiana e a revestem de brilho e intensidade.   

Assessoria de Imprensa da Fundação Editora da Unesp