Prática de entretenimento controversa, as touradas cariocas foram palco de disputas culturais e políticas, questionando ideias de progresso, civilização e identidade nacional
O jornal Diário do Rio recomendou o livro Sol e sombra: as touradas no Rio de Janeiro, obra que revela tradição inusitada dos espetáculos taurimáquicos na capital fluminense.
"O livro revela que, entre os séculos XVIII e XX, o Rio de Janeiro sediou mais de 450 touradas, em arenas espalhadas pela cidade. A prática, herdada dos colonizadores portugueses, atraiu grande público e dividiu opiniões, sendo vista por uns como entretenimento, e por outros como barbárie", anota Antônio Sá. "Os debates sobre civilização, progresso e identidade nacional também foram centrais para o fim da atividade."
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