Referência na Livraria Unesp, Maria Antonia (centro) carrega consigo parte
da memória cultural e editorial de São Paulo
A Fundação Editora da Unesp celebra, neste mês de março, os 80 anos de Maria Antonia Pavan de Santa Cruz, livreira da Livraria Unesp e figura emblemática da história editorial e cultural de São Paulo.
Com uma trajetória profundamente ligada ao universo do livro, Maria Antonia construiu sua vida profissional em torno das livrarias e da mediação entre leitores e obras. Antes de sua atuação na Editora Unesp, integrou a histórica Livraria Duas Cidades, espaço fundamental da vida intelectual paulistana nas décadas de 1960 e 1970, frequentado por escritores, professores e pensadores que marcaram época.
Ao longo dos anos, tornou-se não apenas uma livreira, mas uma guardiã de memórias. Sua experiência atravessa diferentes momentos do mercado editorial brasileiro e acompanha transformações profundas na forma como os livros circulam e são lidos. Mais do que isso, sua atuação sempre esteve associada ao cuidado com o leitor e ao conhecimento atento do catálogo — marcas que permanecem em seu trabalho cotidiano na Livraria Unesp, na Praça da Sé.
Na Editora Unesp, Maria Antonia segue sendo referência para leitores, pesquisadores e colegas, contribuindo para a difusão do livro e para a manutenção de uma tradição que valoriza o encontro entre conhecimento e público.
Para o diretor-presidente da Fundação Editora da Unesp, Jézio Hernani Bomfim Gutierre, a trajetória de Maria Antonia sintetiza o papel das livrarias como espaços vivos da cultura. “Maria Antonia representa, de forma exemplar, a figura da livreira que não apenas vende livros, mas constrói pontes entre o conhecimento e as pessoas. Sua história se confunde com a própria história do livro em São Paulo e com a missão da Editora Unesp de difundir pensamento crítico e formação intelectual”, afirma.
Aos 80 anos, Maria Antonia segue ativa, com a mesma dedicação que marcou sua trajetória desde os primeiros anos de atuação no mercado editorial. Sua presença reafirma a importância das livrarias como espaços de convivência, memória e formação — e do livreiro como agente essencial na circulação do conhecimento.
Com informações Jornal da Unesp.
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Assessoria de Imprensa da Fundação Editora da Unesp
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