Dia do Diplomata celebra nascimento de Barão do Rio Branco

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quinta-feira, 19 de abril de 2018

Em 20 de abril comemora-se o Dia do Diplomata. A data instituída pelo Decreto 66.217, de 17 de fevereiro de 1970, é uma homenagem ao nascimento, em 1845, do patrono da diplomacia brasileira, José Maria da Silva Paranhos Junior (1845-1912), o Barão do Rio Branco. 

Formado em Direito, José Maria da Silva Paranhos Junior, atuou como deputado e jornalista antes de ingressar na diplomacia. Iniciou sua carreira no Serviço Exterior em 1876, como cônsul em Liverpool. Esteve à frente da Missão do Brasil em Berlim de 1901 a 1902 e atuou como ministro das Relações Exteriores entre 1902 e 1912. Por ocasião da data, a Editora Unesp oferece 20% de desconto em seu catálogo sobre Relações Internacionais até 26 de abril. Confira aqui a seleção completa e mais os títulos específicos sobre o diplomata: 

O evangelho do Barão
Autor: Luís Cláudio Villafañe G. Santos | Páginas: 176 | De R$ 42 por R$ 33,60

José Maria da Silva Paranhos Júnior, o Barão de Rio Branco, esteve à frente do Ministério das Relações Exteriores entre 1902 e 1912, mantendo-se no cargo durante quatro diferentes presidências. O evangelho do Barão mostra o quanto essa figura histórica foi de extrema importância para a construção de uma identidade nacional, conquistada por meio da consolidação de uma política externa. A partir de uma cuidadosa pesquisa histórica, o autor contextualiza as ideias e as ações do Barão com o momento social e intelectual em que o país se encontrava, levando o leitor a compreender a dimensão de seu legado e o motivo pelo qual ele se tornou uma referência, tal como um evangelho. 

A vida do Barão do Rio Branco - 8ª edição
Autor: Luís Viana Filho | Páginas: 552 | De R$ 78 por R$ 62,40

Este livro mostra facetas mais pessoais de um homem que teria preparado o terreno para uma aproximação mais estreita do Brasil com as repúblicas hispano-americanas e com os Estados Unidos. O biógrafo constrói o perfil do Barão graças à intensa pesquisa e ao mergulho no arquivo do Itamarati e nas correspondências ativa e passiva disponíveis de uma personalidade recatada e, por isso, difícil de ser conhecida.

O dia em que adiaram o Carnaval
Autor: Luís Cláudio Villafañe G. Santos | Páginas: 280 | De R$ 50 por R$ 40

Tido como o responsável pela consolidação do território brasileiro, o Barão de Rio Branco conquistou em vida a aura de herói nacional. Sua morte, em 1912, levou o governo a declarar luto oficial e a adiar o Carnaval de fevereiro para abril. Esse episódio ímpar, que mistura política externa e festa popular, é o ponto de partida de Luís Cláudio Villafañe G. Santos que, nesta inteligente obra, discorre sobre as complexas relações entre Estado, território e poder político no Brasil. 

Assessoria de Imprensa da Fundação Editora da Unesp