Cartas de Galileu sobre o acordo do sistema copernicano com a Bíblia
Físico, matemático, astrônomo, filósofo e literato, Galileu Galilei foi um dos pilares do Ocidente contemporâneo. Nos textos reunidos em Ciência e fé, travamos contato com o seu pensamento revolucionário, ao desvendar as relações entre a Ciência da Natureza (chamada na época de "Filosofia Natural") e a interpretação que a tradição católica faz da revelação bíblica durante o século XVII.
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A obra de Abelardo distribui-se em várias direções: teologia sistemática, exegese bíblica, sermões, ética, lógica, sem esquecer a poesia e as cartas. Não seria exagero dizer que ele teve papel de destaque em todos estes setores. No que diz respeito à lógica, Abelardo nos deixou quatro textos: Introductiones dialecticae, Logica "Ingredientibus", Logica "Nostrorum petitione sociorum" e Dialectica. Trata-se do mais importante monumento ligado à chamada "Lógica velha". Este volume, Logica "ingrendientibus", pode ser dividido em três grandes partes. A primeira é constituída por considerações gerais sobre a lógica e a filosofia. A segunda contém um comentário literal da introdução da Isagoge. A terceira, na qual nos deteremos com mais vagar, é justamente uma investigação sobre as perguntas de Porfírio com o objetivo de respondê-las.
Esta seleção de textos clássicos de Tomás de Aquino discute a tríplice divisão aristotélica das ciências. Apresenta-se aqui uma vigorosa, sofisticada e frequentemente descurada concepção do pensamento científico. Livro básico para a investigação epistemológica e para a história da filosofia e do pensamento medievais.
Latour proporciona aqui uma audaciosa análise da ciência, demonstrando o quanto o contexto social e o conteúdo técnico são essenciais para o próprio entendimento da atividade científica. Por onde podemos começar um estudo sobre ciência e tecnologia? A escolha de uma porta de entrada depende crucialmente da escolha do momento certo.
A terceira edição em inglês deste texto clássico contém um novo prefácio e mais reflexões sobre diversos aspectos, nos quais o autor analisa tanto os mais recentes debates sobre a ciência como o impacto dos produtos e práticas científicas sobre a comunidade humana.
Publicada originalmente em 1967, Sem diretriz – Parva Aesthetica é uma coletânea de ensaios que contém parte da crítica cultural produzida por Adorno em sua última década de vida. O volume, concebido como uma espécie de introdução a sua Teoria Estética, apresenta novas reflexões sobre cinema e arte contemporânea, ao lado de considerações específicas sobre o destino da arquitetura funcionalista no pós-guerra e sobre o entendimento então predominante a respeito do barroco. No livro, Adorno reavalia as condições sociais de recepção das obras de arte e insiste na atualidade do conceito de indústria cultural. Também se detém sobre alguns dos fenômenos estéticos mais recentes de sua época – como a imbricação das linguagens artísticas e o happening – a partir da relação sempre conturbada com a tradição. Na reflexão dialética sobre a arte de seu tempo, a crítica cultural aparece a Adorno como necessariamente moderna, evidenciando a profunda afinidade entre arte e pensamento.